Estou lendo este livro e me emocionando muito com ele.
Sinto pena dela em muitos momentos mas então me lembro de que pena é o que de pior se pode sentir por alguém... eu mesma detestaria se percebesse alguém com pena de mim...
Mas que dureza para Alice vivenciar o Mal de Alzheimer de maneira precoce, no auge de sua carreira... descobrir que é um componente genético, hereditário e que uma de suas filhas também o tem... que difícil se reentender, se conhecer novamente e perceber que está se perdendo de si mesma a cada dia um pouco mais...
O quadrado de crochet que venho tecendo este dias utiliza um fio escolhido para representar o que sinto ao acompanhar a infelicidade de Alice.
Na leitura de hoje ela parece ter encontrado algo muito bom: criou um grupo de encontro para pessoas que, como ela, tem o mal de Alzheimer de Instalação Precoce; com a ajuda de uma assistente social encontrou mais 4 pessoas que também se sentiram felizes por ter iguais com quem conversar, se apoiar, se ajudar...
Vou usar o avesso do ponto tunisiano neste quadrado para Alice, porque muitas vezes é o avesso da realidade que faz mais sentido na vida e a torna melhor para ser vivida.
É a foto logo abaixo, o avesso do tunisiano. O fio é o Cisne Provence e a agulha de crochet tunisiano 5,5mm
terça-feira, 22 de setembro de 2015
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Brienne de Tarth
Brienne de Tarth é minha personagem favorita em Game of Thrones. Claro que gosto do Tyrion... quem não gosta dele?... claro que gosto dos dragões da Daenerys e dela também, claro que gosto do John Snow... morreu? mas acima de todos gosto da Brienne.
Brienne não é importante, ninguém sentirá falta dela se ela morrer, não tem nenhum animal leal que a acompanhe e proteja... está longe de casa, sozinha e o que mais deseja neste mundo é ter alguém a quem dar sua lealdade, coragem e perseverança.
Brienne não é bonita fisicamente mas é linda na alma. Uma mulher incrível, forte e doce, solitária e amigável, leal acima de tudo e fiel a quem se dedica.
Brienne vem da ilha de Tarth, uma ilha cercada por um oceano cor de safira. É uma mulher muito alta e forte, maior que a maioria dos homens e seus olhos tem a cor do oceano que banha Tarth.
Fiz esta manta dedicada a ela, uma manta nas cores das águas que cercam Tarth.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Poncho em crochet tunisiano
Um novo poncho. Bem quente e com corte tradicional, ou seja, dois retângulos unidos nos ombros e só.
Ele tem detalhes especiais: é feito em tunisiano com agulha de duas pontas e dois novelos de fios com cores contrastantes, o que o deixa com dupla face. Fica encorpado, mais pesado e mais quente.
O fio usado foi o Cisne Rendidora Multicolor, um novelo mesclado em tons chocolate e o outro em tons de creme, o que tornou o tecido predominantemente claro de um lado e escuro do outro. Escolhi o lado claro como direito do trabalho.
O poncho foi construido em tiras de tunisiano; quatro tiras para a frente e quatro para as costas. Numa delas, fiz um aplique de motivos em crochet, construindo um pequeno casario.
Para finalizar, teci uma barrinha simples com picôs e acrescentei um bolso pequeno sextavado.
Finalizado, o dobrei, deixei sobre a cama, sai um minuto e quando voltei...
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Pelerine recosturada
É isso... não aguentei a montagem anterior da pelerine, que a deixava com uma enorme sobra no decote.
Então, com muito cuidado, desfiz a costura e remontei a pelerine no sistema tradicional que utilizo para meus ponchos, ou seja, fazer um retângulo de cerca de 1,50m de comprimento por 50cm de largura, dobrá-lo ao meio e costurar da barra até faltar cerca de 25cm, deixando uma abertura que servirá como decote.
Aí ficou muito bom no caimento mas as faixas coloridas ficaram desencontradas. Mas é melhor assim... quando um tecido é pensado para uma determinada montagem e acaba sendo utilizada uma outra, dá nisso, desencontro das cores. Tudo bem, ficou melhor agora.
Esse ponto bonito é o ponto semente.
Então, com muito cuidado, desfiz a costura e remontei a pelerine no sistema tradicional que utilizo para meus ponchos, ou seja, fazer um retângulo de cerca de 1,50m de comprimento por 50cm de largura, dobrá-lo ao meio e costurar da barra até faltar cerca de 25cm, deixando uma abertura que servirá como decote.
Aí ficou muito bom no caimento mas as faixas coloridas ficaram desencontradas. Mas é melhor assim... quando um tecido é pensado para uma determinada montagem e acaba sendo utilizada uma outra, dá nisso, desencontro das cores. Tudo bem, ficou melhor agora.
Esse ponto bonito é o ponto semente.
sábado, 4 de julho de 2015
Pelerine
Uma pelerine que só deu mais ou menos certo. O decote ficou grande demais e mesmo virando uma golinha ainda sobra tecido. É desconjuntada mas gostosa de usar e tenho ficado com ela o tempo todo nestes dias frios e úmidos.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
Baktu
Baktus são pequenas peças triangulares, com duas pontas compridas à guisa de cachecol e uma terceira, menor e mais larga que cai sobre as costas como um pequeno chale.
É uma peça que muito me agrada: prática, aquece as costas e o peito em dias não muito frios e não dá a sensação de se estar cheio de casacos. Costumo prender as duas pontas com pequenas piranhas, para evitar que fiquem se pendurando quando tenho que me inclinar para fazer alguma coisa.
A primeira que eu fiz foi no tricot. Acho que em geral elas são tricotadas mesmo. A receita instrue a que se comece numa ponta, segue-se em frente aumentando apenas de um dos lados e quando se chega na metade do novelo passa-se a fazer as diminuições até retornar à outra ponta. Muito fácil e simples. Barato e gostoso de usar. Vale a pena e é rápido.
Fiz meu segundo baktu em crochet. Com fio grosso, ele ficou mais encorpado e com menos molejo mas ficou bom. O próximo farei em crochet também mas com fio mais fino para deixá-lo molinho.
É uma peça que muito me agrada: prática, aquece as costas e o peito em dias não muito frios e não dá a sensação de se estar cheio de casacos. Costumo prender as duas pontas com pequenas piranhas, para evitar que fiquem se pendurando quando tenho que me inclinar para fazer alguma coisa.
A primeira que eu fiz foi no tricot. Acho que em geral elas são tricotadas mesmo. A receita instrue a que se comece numa ponta, segue-se em frente aumentando apenas de um dos lados e quando se chega na metade do novelo passa-se a fazer as diminuições até retornar à outra ponta. Muito fácil e simples. Barato e gostoso de usar. Vale a pena e é rápido.
Fiz meu segundo baktu em crochet. Com fio grosso, ele ficou mais encorpado e com menos molejo mas ficou bom. O próximo farei em crochet também mas com fio mais fino para deixá-lo molinho.
domingo, 10 de maio de 2015
Crochet rendado
É uma delícia fazer rendas. As minhas são simples, nada muito trabalhado como no crochet irlandês, que são belíssimos mas, mesmo assim, são deliciosas de fazer e se transformam em tecidos muito leves e trabalhados que podem se tornar jalecos para jogar por cima de camisetas ou blusas de lã, só para dar um charme.
Feitas com fios mais finos e por serem padrões bem abertos, o arremate tem que ser feito com agulha, caseando a ponta do fio por uma boa distância para que se funda ao tecido e não fiquem pontinhas chatas aparecendo.
Feitas com fios mais finos e por serem padrões bem abertos, o arremate tem que ser feito com agulha, caseando a ponta do fio por uma boa distância para que se funda ao tecido e não fiquem pontinhas chatas aparecendo.
E também são macios para se esconder embaixo e usar como coberta, não acha Iza?
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